Dia 26.08.11 foi o dia do meu Baile de Formatura, um dia muito feliz já que estava comemorando a realização de um sonho - e também muito triste porque a pessoa a quem eu devo e dedico essa vitória não pôde estar presente, ao menos não fisicamente.
Por outro lado, ter meus amigos e familiares reunidos, comemorando comigo foi uma experiência fenomenal da qual jamais esquecerei. Estava tudo lindo! (sou suspeita pra falar, eu sei.). Agradeço de coração a todos que compareceram e aos que, por algum motivo, não puderam comparecer.
Hoje, meu amigão Yvan Viana que me ajudou nessa caminhada publicando meus versos no jornal,  decide me fazer uma surpresa: Colocar minha foto e um comentário neste mesmo jornal que ajudou a me divulgar pela cidade.
Quero te agradecer, meu amigo, por tudo e por isso. Um grande beijo pra você e que a nossa amizade continue essa alegria toda que é! Breve trabalharemos juntos, hein? Não se esqueça disso! Te adoro.
Obrigada também a todos os outros (melhor não citar nomes, pois eles sabem quem são) pela nossa amizade!
Amo vocês!

À minha querida mãe

 
O último domingo foi o dia mais triste para mim. Faleceu a pessoa mais importante da minha vida; minha mãe.
A dor que se sente dentro do peito é tamanha que nenhuma palavra ou frase é capaz de descrever. Perdi o chão e senti uma mistura de impotência, dor, desespero, revolta, angústia e sofrimento que pareciam me sufocar.
O grito na garganta era o de dor, era o “Não” de quem perdeu uma parte vital de seu corpo, a voz que gritava era a tentativa de acordar daquele pesadelo, as infinitas lágrimas eram a vontade de ter ao menos cinco minutos para uma despedida, o choro era o pedido de perdão entalado na garganta.
Tantas coisas, mãe, eu ainda queria viver contigo...
Tantas coisas eu ainda queria te perguntar...
Tantos planos eu tinha...
Mãe, eu queria que você estivesse orgulhosa sorrindo para mim, no dia da minha formatura.
Mãe, quem é que vai agora saber quando tenho um problema só de olhar pra mim? Quem é que vai respeitar se eu não quiser falar sobre isso? Quem é que vai se preocupar comigo como você fazia?

Mãe, eu queria ter te dito todos os dias o quanto você é importante pra mim.
Eu queria não ter brigado nunca com você!

Eu deveria ter trabalhado e estudado menos, pra ficar mais tempo com você.
Eu deveria ter percebido a sua dor, ter te escutado mais.

Mãe, eu sei que não te dei toda a atenção que merecias. Por isso e vários outros motivos; peço-te perdão!

Espero poder recebê-lo um dia.

Descanse em paz!

Sua Perlinha

A animação "Rio", amplamente divulgada no final do mês de março acabou despertando a curiosidade de muitas pessoas levando-os a assisti-la assim que o filme estreou. Já ouvi dizer até que a bilheteria de "Rio" já ultrapassou a de "Avatar".


Como todos que me conhecem (bem) sabem que eu adoro animação e adoro bichos, logo, também fiquei curiosa para assistir esse filme tão falado. Fiz. Porém, durante a exibição do filme, algumas coisas me deixaram um tanto reflexiva (o que não era de se esperar já que se tratava de uma animação, de uma comédia, enfim.).


Não há como negar que o filme foi muito bem bolado, que a animação está linda e que a ideia foi boa. Porém, um olhar mais atento nos mostra que o "Rio" apresenta o brasileiro como:
1. "povo que só pensa em carnaval" (nas primeiras cenas do filme isso fica bem claro).
2. "ladrão" (representado pelos macaquinhos).
3.  A qualquer momento pode surgir uma mulher/mulata/gostosa rebolando no meio da rua.
dentre outros.


Confesso que isso me deixou um pouco triste porque esperava sair do cinema sorrindo e não pensando no modo como as pessoas criam estereótipos e os vendem para fora como se fossem a "verdade absoluta" se é que isto existe! E o pior, nós mesmos os compramos!


Eu sei que muita gente que assistiu (ou ainda assistirá) ao filme sequer dará bola ao que eu reparei, sei também de de cinema eu não entendo nada, mas não poderia deixar de expressar minhas sinceras e decepcionadas impressões acerca de "Rio".


Que fique claro: não estou dizendo que devemos banir o carnaval de nosso calendário, apenas devemos mostrar pro resto do mundo que nos outros dias que sobram do ano, o brasileiro faz outras coisas, que é bom em outras coisas... Que existe vida além do carnaval e do futebol (nossos principais estereótipos). Será que isto é pedir muito?


Fica a dica!


           Perla
Sem dúvida alguma todo mundo já ouviu alguém dizendo: “Fulano é estiloso!”, mas, na prática, o que isto quer dizer? Quando dizemos que alguém é estiloso, queremos dizer que esta pessoa tem algo que a torna diferente dos outros, seja no modo de se comportar, falar, vestir, pensar, etc.
Ter estilo significa ter uma “marca pessoal” que se transforma numa característica própria capaz de diferenciar alguém dos demais. Trazendo essa concepção para o lado da escrita de textos, o estilo é o modo de ver e expressar as coisas que os autores utilizam em suas produções. Afinal, como explica a Análise do Discurso, um mesmo enunciado pode ser dito de diferentes maneiras, cabendo ao produtor escolher aquela que lhe parecer “melhor” ou mais adequada.
Quando nos habituamos a ler com freqüência os textos de determinada pessoa, acabamos percebendo – mesmo que isto se dê de maneira inconsciente – qual o seu estilo, tanto que se por acaso tivermos de ler um texto que não conheçamos desse autor, logo saberemos deduzir quem escreveu mesmo que não tenhamos a indicação da autoria isto porque nós já internalizamos o modo de ver e expressar daquela pessoa.
O estilo é uma das provas de que a língua é rica e multifacetada, capaz de oferecer inúmeras opções de se dizer algo (às vezes até com as mesmas palavras, alterando-se apenas a entonação da voz conseguimos um resultado diferente).
As escolas literárias são um bom exemplo de estilo, pois em cada uma delas, a ideologia ditava o “modo de ver” e, por conseqüência, de dizer as coisas. Se tomarmos como exemplo o tema do amor perpassando por cada uma das escolas literárias, perceberemos as muitas e evidentes formas como este tema é tratado, de acordo com a época. Além disso, podemos ainda verificar a mudança de estilo em uma única época; analisando as obras de cada autor sobre o mesmo assunto, onde ficará perceptível que, mesmo falando sobre o mesmo tema, cada um usa um tipo de vocabulário, um modo de expressão e tudo isso sem fugir ao “estilo” da época.
Esta segunda opção de análise é ainda mais interessante, visto que mesmo que mesmo que os autores sigam uma mesma ideologia, tenham um ponto de vista em comum e estejam tecnicamente “dizendo a mesma coisa”, nunca nenhum texto será igual a outro.
O estilo é o que faz com que um texto se torne marcante ou não para o leitor. Afinal, “Não importa o que se diz, mas como se diz”.
Nos dias atuais o estilo não pode mais ser apenas algo espontâneo do autor, uma vez que, para se vender um livro, já não basta que o texto tenha qualidade, mas que seja o que “está na moda” – isso explica a onda de romances vampirescos e outros best-sellers que investem muito em divulgação mas deixam a desejar em conteúdo.
Para finalizar, consideramos que o estilo é uma marca pessoal e intransferível de se perceber e expor as coisas.

Este texto é resultado de um trabalho da faculdade sobre o conceito de estilo! Espero que tenham gostado.
Conforme prometido: Aqui está o primeiro de 2011.

deliciem-se...

Como fiquei muito feliz com a homenagem que me fizeram na BALADA LITERÁRIA, resolvi postar o poema em questão:


Este poema também foi publicado no Jornal AQUI MA do dia 15/06/2010.
COPA DO MUNDO!

De acordo com os dicionários, patriota é aquele que ama a pátria. Porém, o que eu tenho visto no Brasil de 4 em 4 anos é um patriotismo que resume-se apenas a:
1. Gente pintando o chão da rua;
2. Gente pintando o rosto no dia do jogo;
3. Gente pendurando bandeirinhas pra tudo que é lado;
4. Salões lotados de gente querendo pintar as unhas com as cores da nossa bandeira;
5. Comércio super aquecido com a venda de artigos VERDE e AMARELOS de todo tipo...
etc...
Resumindo: todos mobilizados pelo FUTEBOL

Entenda bem, caro leitor, não quero aqui dizer que não se deva torcer para a seleção, só acho um absurdo que nós, os "brasileiros", façamos toda essa manifestação de amor à pátria apenas em época de Copa do Mundo!

A mídia diz que o técnico não soube escolher os jogadores, que o time está ruim...
RESULTADO: o povo repete!

Deixamos de lado tudo o que estivermos fazendo (aula, trabalho...) para assistir ao tal jogo. Tudo bem!
Se o Brasil ganhar, é só "ôba ôba". Mas se o Brasil perder a Copa do Mundo, sai todo mundo criticando, brigando, reclamando, etc...

Moral da história:
Onde é que fica então o tal patriotismo que estampava as calçadas, unhas, rostos, etc?
Eu respondo:
- No lixo! Junto com toda a tralha que se comprou pra enfeitar casas, ruas, etc.


Por isso, queridos leitores, vamos prestar mais atenção naquilo em que realmente acreditamos e discerni-lo daquilo que a mídia impõe como certo!

Vamos prestar atenção na imagem que é vendida do Brasil para as demais nações!
É isso mesmo o que queremos?


Fica a dica!

Obrigada por ler!

Perla Allvez






Você deve estar achando, no mínimo, estranho esse título, não?
Calma, eu explico!

Se você utiliza o site de relacionamento ORKUT, sem duvida já deve ter visto algumas fotos de perfis um tanto quanto - hum, como poderei dizer?... - estranhas.
Recentemente, estive olhando aí umas comunidades, uns perfis (em virtude de uma pesquisa que estou fazendo) e, por acaso encontrei alguns perfis de garotas cujas fotos do perfil são:
 elas próprias de biquíni, 
semi-nuas, 
de sutiã (daqueles bem vagabundinhos) e coisas do tipo...

Isso tudo sem contar nas frases que colocam no lugar do nome e sobrenome... Algo do tipo:
"Eu sou gatinha linda e gostosa";
"fulana morena show ...";
"Solteira sim sozinha nunca"


... e tantas outras bobagens que se eu fosse colocar aqui daria um livro...


Diante de tudo isso, minha gente, eu fico me perguntando: o ORKUT é um site de RELACIONAMENTO ou filial da Fribal?


Creio que ganhei mais uma dúvida para minha coleção!


Tantas mulheres reivindicando seus direitos, tentando fazer com que a mídia deixe de usar a figura da mulher como objeto sexual e essas "bonitinhas" querendo vender carne OnLine?
Como assim?


Era isso!


Queridos leitores: Comentem....


Um abraço,


Perla Allvez







Fechei os olhos e lá estava ele... Jovem, forte, cabelos negros, alto... Vinha caminhando em minha direção e quanto mais se aproximava, mais meu coração disparava; batia tão alto que eu já estava com medo que outra pessoa pudesse ouvi-lo. A cada passo dele em minha direção, minhas pernas ficavam mais bambas. Eu não conseguia me conter – e talvez nem o quisesse. Meu sorriso ganhava vida própria e meus olhos só sabiam contemplar aquele homem.

Eu mal o conhecia, mas sentia um desejo profundo cada vez que o via. Quando ele finalmente se aproximou, pegou as minhas mãos, me olhou nos olhos e disse alguma coisa que eu não consegui ouvir porque o pulsar do meu coração era alto demais e abafava qualquer outro som. Eu até poderia ter lido seus lábios, mas meus olhos não conseguiram desviar-se dos olhos dele, que continham uma chama de paixão que quanto mais olhava, mais me queimava e quanto mais queimava mais eu queria olhar.

Passados alguns instantes deste êxtase, percebi nele a fisionomia de alguém que esperava uma resposta, tentei disfarçar o fato que não ter ouvido uma palavra do que ele me dissera e, soltando suas mãos, me afastei um pouco. Ele percebeu e então repetiu a pergunta:

- Quer sair comigo hoje à noite?

Agora sim eu tinha ouvido e fiquei tão confusa que não conseguia organizar as palavras que saiam desordenadamente por minha boca:

- O quê?… é claro… quer dizer… não!… quer dizer… ai meu Deus!… eu não sei…


Ele resolveu dizendo:

- Às oito horas, então?


- Tudo bem. – foi tudo o que consegui dizer.

Em casa eu abria o guarda-roupa e nada ali me parecia à altura de um encontro com aquele que parecia ser o meu “príncipe encantado”…

Pontualmente, às oito horas ele tocou a campainha e eu, que já havia ensaiado mil conversas com o espelho, abri a porta e mal consegui dizer um:

- Oi…
Não conseguia entender o que acontecia comigo diante daquele homem, mas gostava disso...
Nossos encontros ficaram cada vez mais freqüentes; cinema, teatro, barzinho, parques, praias… qualquer lugar, com ele, era perfeito.
Estava tudo tão bom que resolvemos nos casar. E a nossa festa de casamento, modéstia à parte foi digna de um conto de fadas…
Igreja lotada, decoração impecável, meu vestido bordado fazia eu me sentir uma princesa e, no altar, aquele príncipe me esperava, todo de branco, como eu sempre sonhei…

Mas logo após termos dito o sim, eu abri os olhos… E já não estava mais na igreja, estava em meu quarto, ou melhor, nosso quarto, de volta à vida real. Foi aí que me dei conta de que o sonho havia acabado.
Olhei para o lado e vi-o: pernas estiradas, uma para cada lado, seu corpo já não é atraente e os músculos do príncipe deram lugar a um corpo sedentário, que se alimenta mal e não cuida da saúde… As suaves mãos que faziam meu corpo estremecer, agora pesam e já não sabem fazer carinho… os olhos já não tem mais chama alguma… e o me coração batia tão baixo que o meu medo agora era que ele parasse de funcionar a qualquer momento.


Eu sei que ainda o amo, mas já não há mais paixão e esta é indispensável a qualquer casal…


Trocamos o cinema pela TV, o teatro pelo trabalho, a praia pelo supermercado nos finais de semana…


Não sei por que isso acontece, mas sei que a culpa é dessas coisinhas douradas que resolvemos usar no anelar esquerdo, no mesmo dia em que o sonho acabou.


CONTO: Quando o Sonho Acabou
AUTORA: Perla Allvez

Não é autorizada a reprodução total ou parcial deste texto sem o consentimento da autora.


Tentando lidar com as diferenças




Bom, o tema de hoje é algo que muito me inquieta (há tempos) e que inclusive já serviu de inspiração para alguns de meus poemas... As diferenças sociais. O que leva alguém ser (ou querer parecer) tão diferente de outros por motivos meramente financeiros ou coisas do tipo?


É um tal de “status” – e agora lembrei-me de uma frase bem-humorada que diz mais ou menos isto: “Status é fingir que você é uma coisa que você não é para alguém que você não gosta!” – a que damos tanta importância. Mas será que ninguém parou para pensar se isso vale mesmo a pena?

Parecer feliz é melhor do que ser feliz?


Parecer rico ou chic é melhor do que sê-los?



Conheço várias pessoas que se vestem essas “máscaras” e talvez seja por isso que este tema me perturbe tanto. Ver isso de perto e não saber como lidar. Sim porque a vontade que tenho é de dizer: “Chega!” e sair correndo... Fingir eu não sei, me desculpem! Por isso às vezes permaneço em silêncio por longas horas (em uma roda de conversa onde o status prevaleça, por exemplo), prefiro ficar “pensando com os meus botões” do que fingir que faço parte deste time ou, pior que isso, iniciar uma discussão.




Perla Allvez

link da imagem: http://3.bp.blogspot.com/_jPlmHzSI8CA/SNbhrwtzuPI/AAAAAAAAANU/YeVUa0tqvTo/s400/mascara.jpg

 
Ouço por aí coisas como "Um ano termina, nasce outro", "Mais um cliclo", "Esse ano promete" e tantos outros clichês que as pessoas falam durante esse período, mas sei lá que bichinho foi que me mordeu às 23:30 do dia 31.12.09 que me fez pensar: "Será mesmo?" (sim, porque eu também falava aquelas frases), "Será que as coisas mudam assim só porque acabou um ano e iniciou outro?" e esse tal bichinho me fez perder a vontade de comemorar (comemorar o quê?)...

Sei que dizem que é porque as pessoas se sentem com "a esperança renovada", mas será que tem algo de errado comigo?
Não estou sentindo nada!
(E isso está começando a me dar medo)

Mas que diacho!

Acho que vou acabar enlouquecendo... Pessoas me encontram e logo perguntam: "E aí, como foi o reveillon?" e eu tenho que responder um: "Foi bom!" e dar um sorriso amarelo pra evitar o prolongamento da conversa e acabar causando uma discussão com a pessoa que está tão otimista.

Eu não quero acabar com a esperança e o otimismo de ninguém (longe disso) essa aqui foi só uma maneira de espressar essa sensação ruim (nem sei se ruim é a palavra que melhor explica isso), já que me expresso melhor escrevendo.

Sintam-se à vontade para comentar (concordando ou discordando).

Bom, quando a sensação acabar eu conto pra vocês e faço um balanço disso tudo. ok?
Afinal,

"O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano!"
 (Isaac Newton)

Perla Allvez
"Na ausência dos fatos, a dúvida se justifica no homem ponderado." 
(Allan Kardec)

É com essa frase que inicio o texto de hoje. Não sei porquê, mas o bichinho da desconfiança sempre me morde quando tudo "parece estar indo bem"...
Já é regra geral comigo! Mas que diacho!

Por que será que esse bichinho fica perturbando a nossa vida de tempos em tempos? Dizem que é bom duvidar, por em prova a verdade, etc. mas ô coisinha incômoda essa, viu?

Mulher já é desconfiada por natureza...
Mas como eu, nunca vi! Sou do tipo que desconfia da própria sombra. rrsrs

É né, fazer o quê?

Bom, vamos ver se a dúvida se aquieta aqui nos meus pensamentos e bola pra frente!

Era só um desabafo mesmo!

Obrigada por ler.

Achou o título curioso? Que bom!

Talvez você não concorde comigo leitor, mas aí está:

Olá, cá estou eu aqui novamente para bater um papinho com vocês, desta vez sobre o consumo de livros. Isso mesmo! Você com certeza conhece um daqueles "pseudo intelectuais" que vive dizendo que lê mais de 10 livros por mês, que sabe tudo sobre autor tal e outras babaquices comuns deste tipo de pessoa (lembrou de algum agora, não?). Pois bem, quero falar sobre eles e sua mania de "comer livros".

ENTENDA: "Comer livros", conotativamente falando, é claro, significa ler muita coisa (desnecessária), ler porque está na moda, ler pra dizer que leu, etc.

Não estou dizendo que uma pessoa não deva (ou não possa) ler mais de 10 livros por mês, saber tudo sobre os autores, ou que não deva ler. Pelo contrário, tem mais é que ler mesmo! Mas ler algo que valha a pena, afinal não estamos num mundo onde tempo é dinheiro? Então não percamos dinheiro, oras!.
O fato é que essas leituras de massa não influenciam em nada para sua formação intelectual e que, portanto, pouco importa se lêem 1 ou 10, não muda nada.

Os tais "livros" são os famosos BEST SELLERS (nem vou citar nomes), que como sabemos são livros "considerados como extremamente populares entre os leitores e inclusos na lista dos mais vendidos. Um Best-seller é considerado “literatura de massa” e inclui necessariamente o consumo." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bestseller). Ainda preciso dizer alguma coisa?

Onde fica o precioso tempo para o Machado de Assis, José de Alencar, Graciliano Ramos e tantos outros ótimos autores de nosso legado literário?

Pois bem, o que tinha a dizer era isso: Livro não é consumo (no sentido mais popular da palavra, de devorar, de destruir), o livro é algo do qual devemos extrair conhecimento, ampliar nosso vocabulário, nossos horizontes, conhecer culturas diversas... (melhor parar por aqui ou não terminaria hoje) e não um produto que se compra para consumir (como um biscoito ou refrigerante, por exemplo) e que amanhã ou depois já nem lembramo-nos que consumimos.

Usufrua corretamente desse recurso.

Bom apetite!

Perla Allvez




Eu PRECISO?

Devido ao fato (já comentado anteriormente), não tenho mais pendrive. Ok.
Porém, tenho muitos trabalhos, slides, textos, etc. para escrever e não tenho como transportá-los de um PC para outro. O que fazer?

Tal fato me fez pensar aqui com meus botões...

...

Impressionante como hoje em dia nós somos reféns da tecnologia (não que eu esteja criticando, até porque é a informática quem paga me salário! rsrrsrs). Mas, acompanhe o meu raciocínio:

Antigamente as pessoas faziam suas pesquisas em livros da biblioteca, revistas, jornais, etc. Hoje em dia temos a Internet; tudo isso aí que usamos antigamente agora podemos encontrar em um só lugar com uma velocidade indescritível e sem sair de casa.

Antigamente copiávamos nossos trabalhos à mão (e ninguém nunca morreu por causa disso) e os professores aceitavam.

Antigamente reuníamos nossas equipes para discutir o tema. Hoje em dia marcamos de entrar no MSN.

Pois é, muita coisa mudou (Graças a Deus!) (e a Bill Gates). Porém, tais mudanças nos deixam cada dia mais desleixados e preguiçosos.

Acho hilário ouvir meu irmão dizer que ele precisa de um MP10. Precisa? Como assim? Ele não conseguiu sobreviver até hoje sem o bendito MP10? E se não tivessem inventado essa coisa?

São perguntas que me perturbam...

É disso que eu estou falando. A gente usa esse verbo de maneira equivocada. Ninguém precisa de um MP10, algumas pessoas simplesmente querem muito tê-lo (outras não, preferem o MP11, MP12, MP13, MP14, MP15, MP16... rsrsr sabe-se lá em que número já estamos).

Porém, mesmo diante da minha indignação, assumo:

EU PRECISO DE UM PENDRIVE!

ps: A contradição deste texto é explicitamente proposital.

Obrigada!!!


Escrevo aqui para desabafar um pouco...

Fui assaltada pela 2ª vez só este ano, e, de novo, próximo à minha casa. Na hora do desespero a gente não sabe bem o que fazer, tudo o que queremos e que aquilo acabe logo...
Logo depois a gente passa mal, cambaleia e continua sem saber o que fazer...
Mas a pior parte é a da indignação, da sensação de impotência que a gente fica. Poxa, a gente trabalha duro, se mata de estudar, faz mil e um cursos pra ver se conseguimos uma situação financeira melhor, e um dia aparece um vagabundo qualquer e leva tudo, assim sem mais nem menos.

Dá muita raiva mesmo, vontade de matar esses filhos da puta.

E quando algum "doido" mata, ainda vem a policia dizer q é crime!


Ahhhh, pára a palhaçada, né?

Chega de Hipocrisia.

EU NÃO ACREDITO NA RENOVAÇÃO DO SER HUMANO!

Somos uma espécie que já deveria ter entrado em extinção.